Ave, César!

Ave, César!

Hollywood, anos 1950. Edward Mannix (Josh Brolin) é o responsável por proteger as estrelas do estúdio Capitol Pictures de escândalos e polêmicas e vive um dia intenso quando Baird Whitlock (George Clooney), astro da superprodução Hail, Caesar!, é sequestrado no meio das filmagens por uma organização chamada “Futuro”.

Com Josh Brolin, George Clooney, Alden Ehrenreich, Ralph Fiennes, Scarlett Johansson, Tilda Swinton, Channing Tatum, Frances McDormand, Jonah Hill, Heather Goldenhersh, Tom Musgrave e mais.

Título original: Hail, Caesar!

  • Data de lançamento: 14 de abril de 2016 (Brasil)
  • Direção: Joel Coen e Ethan Coen
  • Roteiro: Joel Coen e Ethan Coen
  • Gênero: Comédia e Comédia Musical
  • País: EUA
  • Duração: 106 min
  • Classificação: 12 Anos
  • Orçamento: $22 milhões

Personagens em destaque: Eddie Mannix Josh Brolin, Baird Whitlock George Clooney, Hobie Doyle Alden Ehrenreich, DeeAnna Moran Scarlett Johansson, Thora Thacker/Thessaly Thacker Tilda Swinton e Burt Gurney Channing Tatum.

Esse filme tem que ser olhado de vários ângulos. Quando você tem uma trama principal, muitas subtramas e ainda conta com muitos atores conhecidos, pode se tornar uma bangunça.

No longa você encontra muito material, que poderia render uma série. Por um lado isso é bom, mas pelo sentindo de assistir ao longa, pode ser muito preocupante.

Cada personagem tem grandes características que daria um artigo para cada, mas vou me concentrar apenas no filme.

O excelente trabalho de produção é incontestável. Se vê o trabalho feito para nos levar para o ambiente da época.

A trama principal tem o foco no personagem Eddie Mannix, interpretado por Josh Brolin, que é um produtor que além de cuidar das produções do estúdo Capitol, também resolve situações envolvendo atores que poderiam se tornar escândalos. Em meio a produção de um filme, o ator principal é sequestrado por uma organização comunista.

O longa conta com dois números musicais que dão show na coreografia. É um filme muito rico em detalhes e com muitas referências. É preciso conhecer bem a Hollywood e os artistas da época, para ter uma visão mais ampla da mensagem do filme.

O enredo é bem simples, sendo apenas um dia na vida do produtor Eddie Mannix. A sátira dá uma aula de história do cinema com as referências dos artistas da época.

O que falar da fotografia? Roger Deakins, faz um trabalho impressionante, buscando algo suave e simples, sendo bem natural.

Conclusão

Um filme que pode ficar um pouco bagunçado, por ter muito material, para pouco tempo. Conta com um elenco de peso e uma excelente produção. Acredito que seja mais um filme para admirar os seus elementos, do que um filme para você ver apenas para se entreter. Talvez não agrade a todos, mas faz um excelente papel na história do cinema.

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