O Conto dos Contos

O Conto dos Contos

Esta fantasia é uma adaptação de três contos de fadas do século 17, escrita por Giambattista Basile. Em um deles, um rei (John C. Reilly) sai para cortar o coração de um monstro marinho, que pode ser a chave para a cura da infertilidade de sua esposa (Salma Hayek). Em outro, um governante estúpido (Toby Jones) negligência a busca de sua filha para um marido. No último conto, um monarca (Vincent Cassel) fica enfeitiçado pela bela voz de uma mulher idosa.

Com Salma Hayek, Vincent Cassel, Toby Jones, John C. Reilly, Shirley Henderson, Stacy Martin, Jessie Cave, Alba Rohrwacher, Giselda Volodi, Kathryn Hunter, Kenneth Collard, Renato Scarpa, Guillaume Delaunay e mais.

Título original: Il Racconto dei Racconti

Personagens em destaque: Rainha de Longtrellis Salma Hayek, Rei de Strongcliff Vincent Cassel, Rei de Highhills Toby Jones e Jessie Cave Fenizia.

Antes de tudo, é necessário conhecer mais sobre o escritor e seus contos, para ter uma visão mais apropriada do longa.

Giambattista Basile, nasceu em 1566 na Giugliano in Campania, que é uma comuna italiana da região da Campania, província de Nápoles. Falecendo em 23 de fevereiro de 1632. O mesmo foi um soldado e escritor italiano.

Sua maior obra é Lo cunto de li cunti, também conhecida sob o título de Pentamerone(cinco dias), que é composto por 50 contos de fadas, publicado entre 1634 e 1636, em Nápoles. Entre as histórias mais famosas está: La gatta Cenerentola(que é a primeira e a versão mais antiga de Cinderela), Rapunzel e A Bela Adormecida. Posteriormente também recontadas por Perrault e os Irmãos Grimm. O livro foi o primeiro em língua latina a citar um ogro.

A obra foi para os cinemas em 1967, com o filme C’era una volta, dirigido por Francesco Rosi, que faleceu aos 92 anos no dia 10 de janeiro de 2015. Sendo um diretor dos mais aclamados da Itália, sobretudo por seus filmes sobre o crime organizado.

Confira um trecho do filme de 67.

O título foi traduzido para o português como Felizes para sempre. O mesmo conta a história do príncipe Rodrigo Ferrante y Davalos (Omar Sharif), nobre espanhol de grande coragem, que vive na Itália. Ele tem de encontrar uma esposa e a corte impõe-lhe a escolha entre sete princesas. Mas ele apaixona-se por uma camponesa simples, altiva e temperamental, chamada Isabella (Sophia Loren). O amor deles, no entanto, depara-se com muitos obstáculos. Mas a bela e destemida jovem do povo vai derrotar as inexperientes princesas, desmascarar os seus truques e fraquezas. Assim, casando com o príncipe Rodrigo.

E agora, lançado em 2016, no Brasil, temos a versão Il Racconto dei Racconti de Matteo Garrone, com três contos.

Com isso, temos um filme com uma longa e interessante história por trás. Sendo notável um bom trabalho na parte de direção de arte, mas não empolga o público em geral.

Conclusão

Sendo bem injusto ao resumir assim, mas se trata de uma obra italiana, para italianos. Pois não estando ciente da importância histórica e origem dos contos, temos 3 histórias sem uma lógica evidente. Afinal, de 1636 até os dias atuais, muito da forma de se pensar, mudou. Portanto, o longa é merecedor de prêmios e importante para a cultura italiana e para nós também, já que os contos mais famosos do livro, nós conhecemos.

Assim, é preciso uma visão bem peculiar para aproveitar o filme. Do contrário, como foi para mim, serão 2 horas onde verá boas imagens na telona, mas sem compreender o sentido. Não sendo a melhor opção para se entreter no cinema.

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