Warcraft - O Primeiro Encontro de Dois Mundos

Warcraft - O Primeiro Encontro de Dois Mundos

O mundo pacífico de Azeroth sempre viveu em paz, até a chegada dos guerreiros Orc. Com a abertura de um portal, eles puderam chegar à nova Terra com a intenção de destruir o povo inimigo. Cada lado da batalha possui um grande herói, e os dois travam uma disputa pessoal, colocando em risco seu povo, sua família e todas as pessoas que amam.

Com Travis Fimmel, Toby Kebbell, Paula Patton, Ben Foster, Dominic Cooper, Ben Schnetzer, Robert Kazinsky, Clancy Brown, Daniel Wu, Ruth Negga, Anna Galvin, Callum Keith Rennie, Burkely Duffield, Ryan Robbins e mais.

Título original: Warcraft

  • Data de lançamento: 2 de junho de 2016 (Brasil)
  • Direção: Duncan Jones
  • Roteiro: Charles Leavitt e Duncan Jones
  • Gênero: Fantasia, Ação e Aventura
  • País: EUA
  • Duração: 124 min
  • Classificação: 12 Anos
  • Orçamento: $160 milhões

Personagens em destaque: Anduin Lothar Travis Fimmel, Durotan Toby Kebbell e Ben Foster Paula Patton.

Finalmente, chega nos cinemas o universo Warcraft. Esse universo se iniciou em 1994, com o jogo Warcraft:Orcs & Humans, produzido pela Blizzard Entertainment.

O longa foi gravado em 2014, antes do segundo semestre desse mesmo ano, as gravações já tinham sido encerradas. Assim, ficando na mão do time da Legendary Pictures fazer as animações dos cenários, efeitos especiais e afins.

Não podemos negar a qualidade do CGI, mesmo tendo um orçamento baixo em comparação às megas produções que constatamos nos últimos meses.

Vamos direto ao assunto! O grande pecado do longa, foi não ser compreensível ao público que não conhece o WOW(World of Warcraft).

Surgem muitas perguntas durante o longa, principalmente sobre a magia verde Vileza. O filme claramente é voltado para quem já está imerso nesse mundo. A sensação é que esse longa, conta o meio da história. Você é pego dentro da história e sem um fim.

Assim temos uma grande motivo para debates. Pois o longa foi fiel ao extremo em seguir o enredo dos jogos e livros, mas não fica didático para o público que quer conhecer a história, apenas assistindo ao filme.

Particularmente, o filme me agradou, por: ser um tema nostálgico(um dos poucos jogos MMO que joguei), chamar a atenção com o CGI, ser bem fiel ao tema original e ter o Travis Fimmel, que está indo muito bem em Vikings.

Mas não posso deixar de concordar, que bloqueou um grande público, fazendo os mesmos ficarem perdidos em um universo que não conhecem. Também senti falta de um transição mais suave na narrativa. Abordou muitos temas, mas não deixou os mesmos serem sentidos pelo público.

Foi uma sensação de cenas corridas, como: Olha para o seu par romântico e se apaixone, agora veja o seu filho morrer, agora lidere o ataque, agora ganhe a honra, agora derrote o guardião e mais.

Então, creio que depois de uma série de adaptações de jogos para o cinema, que não deram certo. Esse terá muitas críticas, mas não se pode falar que não chegou ao mais perto possível do seu enredo original dos jogos e livros.

Conclusão

Temos um grande apelo na parte de efeitos especiais e uma forte declaração que foi feito para quem acompanha o enredo dos jogos e livros. Até mesmo pelo diretor ser fã do mundo do Warcraft. Vai agradar poucos e não vai conseguir criar o ambiente que criou no jogos, no mundo cinematográfico. Então, que comece o debate: Fidelidade x Compreensão geral.

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