Filha de Deus

Filha de Deus

Um detetive de polícia investiga a verdade por trás da morte de seu parceiro. O caso misterioso revela corrupção policial e um segredo perigoso envolvendo uma jovem.

Com Keanu Reeves, Ana de Armas, Mira Sorvino, Christopher McDonald, Big Daddy Kane, Michael Rispoli, Laura Gómez, Danny HochDanny Hoch, Clara Wong e mais.

Título original: Exposed (Daughter of God)

  • Data de lançamento: 22 de janeiro de 2016 (EUA)
  • Direção: Gee Malik Linton
  • Roteiro: Gee Malik Linton
  • Gênero: Suspense e Drama
  • País: EUA
  • Duração: 102 min
  • Classificação: 12 Anos
  • Orçamento: $-

Personagens em destaque: Detetive Scott Galban Keanu Reeves e Isabel de La Cruz Ana de Armas.

Esse é um daqueles filmes que você fica constrangido ao dar a sua opinião, porque ao final do longa, você entende o motivo que é muito bem pensado, mas não executado.

Depois de ver o longa, fica mais claro o motivo da substituição do título original Daughter of God, para Exposed.

O primeiro ponto que não agrada no filme, é ser um longa com Reeves e sem Reeves. Para quem acompanha o ator desde Bill & Ted - Uma Aventura Fantástica(1989), é muito frustrante. A sensação foi que o diretor chegou para o ator e disse: “Reeves, tem 5 minutos? Mil desculpas, por demorar 10 minutos. Obrigado, Reeves!”.

O segundo ponto é ter 100 minutos de nada e 2 minutos de conteúdo. Por ser um filme de suspense, você já espera que se tenha dúvidas e no desfecho, tudo será explicado. Mas o grande problema que o longa cria muitos detalhes que não fazem sentido no momento e muitas cenas jogadas. Fazendo que você se preocupe em guardar todas elas, para que entenda o desfecho.

Só que para a grande surpresa, você descobre que só precisava ver os primeiros 5 minutos de filme e os 2 minutos finais. Criando uma briga na sua mente entre filme horrível e ideia muito boa.

Mas tenho que escolher um, e por se tratar de um longa de 102 minutos, fico com filme horrível.

O ponto que tenho que registrar pela impressão que tive, é que Reeves e os demais ao lerem o roteiro, acharam muito bom. E acredito que qualquer pessoa, analisando o contexto da história, concorde com isso. Então, só posso pensar que o maior erro foi na execução, deixando a culpa nas costas do Malik Linton.

Também é criado uma expectativa, por causa do longa Constantine(2005), com Reeves. Então, esqueça! Não espere ter semelhanças.

Geralmente não gosto de detonar muito os filmes, porque tem muita coisa por trás. E esse longa é um exemplo claro disso. É um drama sobre o abuso infantil, a violência contra as mulheres, o encarceramento em massa e violência policial. No entanto, o estúdio vende como um filme policial de Reeves. Para aumentar o potencial de bilheteria do filme, o estúdio mudou o foco da história para focar no personagem de Reeves.

Tem muitas coisas obscuras como a mudança de nome do longa e o diretor estar listado com o pseudônimo de Declan Dale.

Então mesmo o filme tendo uns bons pontos de fotografia, a ideia do roteiro ser algo muito interessante e necessário ser mostrado, se perdeu na ganância do estúdio e questões obscuras na direção.

Um filme com muito potencial, mas péssimo como thriller.

Conclusão

Particularmente, gostaria que fosse uma boa produção. As questões levantadas pelo longa, são plausíveis e se tem bons atores. Mas é vendido de forma errada e peca muito na transição linear da narrativa de um bom thriller. É uma pena.. :/

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