O Tigre e o Dragão - A Espada do Destino

O Tigre e o Dragão - A Espada do Destino

Dezoito anos após a morte de Li Mu Bai, Yu Shu Lien (Michelle Yeoh) retorna para proteger a espada, o Destino Verde. Forjada na dinastia Qin, ela possui a fama de ser a mais poderosa espada de sua época e é agora alvo de Hades Dai (Jason Scott Lee), um senhor da guerra do submundo que envia o jovem Tiefang (Harry Shum Jr.) para roubá-la. A espada também é protegida por Snow Vase (Natasha Liu Bordizzo), uma jovem de passado misterioso, e Meng Sizhao (Donnie Yen), que possui uma forte ligação com Yu Shu Lien.

Com Donnie Yen, Michelle Yeoh, Harry Shum Jr, Jason Scott Lee, Roger Yuan, Woon Young Park, Eugenia Yuan, JuJu Chan e mais.

Título original: Crouching Tiger, Hidden Dragon: Sword of Destiny

  • Data de lançamento: 26 de fevereiro de 2016 (Brasil)
  • Direção: Yuen Woo-ping
  • Roteiro: John Fusco - Livro: Du Lu Wang
  • Gênero: Ação, Aventura, Drama e Artes Marciais
  • País: EUA/China
  • Duração: 103 min
  • Classificação: livre
  • Orçamento: $60 milhões

Personagens em destaque: Meng Sizhao/O lobo silencioso Donnie Yen, Yu Shu Lien Michelle Yeoh, Harry Shum Jr Wei-Fang e Hades Dai Jason Scott Lee.

É muito bom ver uma continuação 16 anos depois. O segundo filme da franquia traz um roteiro mais “americanizado”. Não sei se por questão de edição ou orçamento, alguns momentos poderiam ser mais trabalhados. Principalmente nos momentos finais, onde os desfechos foram bem rápidos, podendo ter mais detalhes.

O ponto técnico que me deixou bem preocupado, foi a fotografia. Há uma grande dificuldade, onde a maioria das cenas se passam no ambiente noturno. E em muitos momentos, se notava que a preocupação com a fotografia ficava em segundo plano.

O primeiro filme foi um grande sucesso, tendo um lucro de mais de 10 vezes o que foi investido. Outros grandes filmes lançados posteriormente fizeram sucesso, mantendo a mesma linha, como : Herói (2002), O Clã das Adagas Voadoras (2004), O Mestre das Armas (2006) e outros.

Quando vemos na tela o Donnie Yen, sempre podemos esperar algo bom sobre artes marciais. Infelizmente, o diretor não consegue capturar a leveza nas lutas, que podemos ver no primeiro filme.

O filme se torna receptivo para quem está acostumado com os filmes americanos. Romance entre os jovens que tem seus destinos relacionados e as tiradas de humor.

Para quem esperava uma história ao mesmo estilo do primeiro longa, irá se decepcionar. É o que acontece quando cai na fórmula americana de filmes, a ação fala mais forte que a história.

A Netflix traz um produto que vai agradar o grande público, mesmo com alguns problemas de rapidez nos desfechos como foi citado acima. Para os amantes do método chinês de como é contado a história, sua leveza e etc.. Pode ser algo frustrante e para alguns, um erro existir essa continuação.

Apesar dos problemas existentes, é um filme bom por te manter entretido do início ao fim. Como gosto de sempre olhar os dois lados. Por um lado, o formato irá fazer muitos olharem mais para os filmes chineses que seguem a linha do primeiro filme. Por outro lado, os que se empolgaram com o início do filme, achando que seria uma continuação do mesmo nível, será um pouco frustrante.

Conclusão

Desconsidere a história, o desvio do formato chinês e olhe para ele isolamente, como apenas um filme que acabou de achar na Netflix e quer se entreter. Sendo assim, terá um bom filme com romance, artes marciais e o fato interessante com a continuação de 16 anos depois com a Michelle Yeoh, que participou do primeiro longa.

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