Zerando a Vida

Zerando a Vida

Dois fracassados decidem fingir a própria morte para começar tudo de novo com outras identidades. No entanto, os novos nomes os colocam em apuros ainda maiores do que enfrentavam antes.

Com Adam Sandler, David Spade, Paula Patton, Nick Swardson, Luis Guzmán, Kathryn Hahn, Michael Chiklis, Renee Taylor, Sean Astin, Jared Sandler e mais.

Título original: The Do-Over

  • Data de lançamento: 27 de maio de 2016 (Brasil)
  • Direção: Steven Brill
  • Roteiro: Kevin Barnett e Chris Pappas
  • Gênero: Comédia
  • País: EUA
  • Duração: 109 min
  • Classificação: 16 Anos
  • Orçamento: $-

Personagens em destaque: Max Adam Sandler, Charlie David Spade e Heather Paula Patton.

Agora temos o segundo filme de comédia com Adam Sandler, pela Netflix. Apesar das críticas negativas(com razão) ao The Ridiculous Six, o mesmo foi bem na questão de visualizações.

No comando, temos o diretor Steven Brill, que dirigiu os filmes: Turma da Pesada/Pesos Pesados(1995), Aconteceu Naquela Noite(1999), Um Diabo Diferente(2000), A Herança de Mr. Deeds(2002), Totalmente Sem Rumo(2004), The Weekend(2007), Meu Nome é Taylor, Drillbit Taylor(2008), Para maiores(2012), A Minha Casa Caiu(2014).

Não posso deixar de dizer que prefiro os seus trabalhos como roteirista na trilogia The Mighty Ducks. Eu quis virar jogador de Hóquei, assistindo aos filmes: Nós Somos os Campeões(1992), D2: Nós somos os campeões(1994) e D3: Nós somos os campeões(1996).

Como podemos ver nos filmes que citei acima, Brill e Sandler, já fizeram alguns trabalhos juntos. E Zerando a vida, mantém o mesmo ritmo de sempre de Sandler.

E é difícil acreditar que a Netflix, fez um contrato para 4 filmes com Sandler. Com esse, estamos no meio do caminho, ainda veremos mais 2 produções com o ator na empresa de a empresa de streaming.

Mais uma vez, temos uma super produção, um roteiro que cria expectativas em alguns momentos, mas continua o humor negro de Sandler, que tem um formato que já saturou a anos. Ver o ator Luis Guzmán, se sujeitar a um papel ridículo, é desanimador. Uma pessoa que fez um bom trabalho em Narcos, tem uma boa carreira em diversos filmes, nesse longa temos a sensação de fim de carreira.

David Spade, já segue um humor parecido com o seu parceiro de cena. Gosto sempre de me lembrar do seu personagem Russell, do seriado Rules of Engagement, onde o seu humor fazia mais sentido e era engraçado.

Sinceramente, me deu pena do roteiro. Como comédia, foi um grande tiro no pé, ou sou muito exigente para dar gargalhadas. Tinha bons elementos para ser uma história inusitada e dramática, mas quebraram totalmente o sentido, querendo aplicar um tom de comédia forçada.

Uma boa produção, com uma fera na cinematografia que é o Dean Semler, que comandou a fotografia de filmes, como: Os jovens pistoleiros(1988), Dança dos lobos(1990), Fomos heróis(2002), Malévola(2014) e muitos mais. Mas falha gravemente na questão de comédia.

Conclusão

Não se tem muito a se falar desse longa. Mantém a linha Adam Sandler, de ser. Então, para quem já viu um dos seus filmes, já terá uma noção do que esperar. A Netflix, tem que rever seus conceitos, porque na questão filmes de comédia, está errando muito, confiando em Sandler.

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