Dragon Blade

Dragon Blade

Em um forte na fronteira da Rota da Seda, o esquadrão de proteção, liderado pelo huno Huo An (Jackie Chan), precisam defender o local e se unem ao general romano Lucius (John Cusak). O mesmo está em fuga com o seu pelotão e o herdeiro do Cônsul Romano, Publius (Jozef Waite). O imperador Tiberius (Adrien Brody), com o seu exército, tentará matar Publius, tomar o trono e como bônus, controlar o forte. Assim, temos uma batalha épica no ano 48 a.C.

Com Jackie Chan, Adrien Brody, John Cusack, Sharni Vinson, Si-won Choi, Vanness Wu, Max Huang, Jozef Waite, Kevin Lee e mais.

Título original: Tian jiang xiong shi

  • Data de lançamento: 17 de setembro de 2015 (Brasil)
  • Direção: Daniel Lee
  • Roteiro: Daniel Lee
  • Gênero: Ação, Aventura e Drama
  • País: China
  • Duração: 103 min
  • Classificação: 14 Anos
  • Orçamento: $65 milhões

Personagens em destaque: Huo An Jackie Chan, Tiberius Adrien Brody e Lucius John Cusack.

De início, tenho que dizer que esse filme me surpreendeu muito, mesmo já parecendo bom. Mas é inevitável, ficar com o pé atrás, quando temos a mistura de atores americanos e asiáticos. Acredito que o grande diferencial, foi que isso não teve influência na parte técnica.

Resultando, em uma obra simplesmente muito boa. Cusack e Brody, não fizeram feio e mandaram muito bem, tanto na atuação, quanto na coreografia de lutas. A edição ficou tão boa, que fico sem saber se usaram dublês ou não. A direção foi impecável nisso e em outros aspectos.

Até o lançamento do longa, o gasto total foi de US$ 320 milhões. Sendo o filme mais caro do cinema chinês. Mesmo que não tenha sido um filme amplamente divulgado na parte ocidental do planeta, creio que valeu muito a pena, pelo show da parte técnica e roteiro.

O grande nome da parte técnica, na minha opinião, é Jia Neng Huang (Diretor de arte). Foi um trabalho impecável na questão de aspecto visual do filme, cenografia, figurino, efeitos especiais e mais. E tendo como aliado o Henry Lai, que ficou responsável pela música.

Um ponto importante sobre o filme, é ser baseado em fatos reais e ter como foco principal do roteiro, a lendária Rota da Seda. A mesma era uma série de rotas interligadas através da Ásia do Sul, usadas no comércio da seda entre o Oriente e a Europa. Eram transportadas por caravanas e embarcações oceânicas que ligavam comercialmente o Extremo Oriente e a Europa, provavelmente estabelecidas a partir do oitavo milénio a.C..

Creio que terei esse filme como referência na questão de fotografia, para o resto da vida. Se um dia, tiver conhecimento e recurso para fazer um filme, terei ele como base. A combinação de arte, trilha sonora e coreografia de ação (Dirigido por Chan), são excelentes referências. E também não posso esquecer da questão musical, interpretada pelos atores. Desde o filme San wa (O mito), acompanho o lado cantor de Chan, com a música Endless Love.

E no longa, a parte de canção, não deixou a desejar, sendo um ponto bem dramático do filme, com a canção Light of Rome. E não posso esquecer da música tema Heroes of The Gobi, interpretada por Chan.

Conclusão

Um ótimo filme asiático, que tem ingredientes muito bons. Pode ter os seus exageros na questão de ação, mas tem uma licença, pela soma total da obra. A palavra que resume o longa é Arte. Produção asiática, que não combinou com a contribuição da atuação americana e manteve a sua essência.

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